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domingo, 14 de agosto de 2016

Vamos saber um pouco sobre a Franboesa




Framboesa é uma fruta pequena, arredondada, de cor vermelho-escura e muito suculenta.
É originária da Ásia, onde há mais de duzentas espécies.
Entretanto, no Brasil não existem espécies naturais, sendo cultivado somente um tipo, que dá frutos entre outrubro e janeiro, Apenas 10 % da produção brasileira é comercializada ao natural.
É rica em sais minerais como cálcio, ferro e fósforo.
O restante é utilizado para fabricar geléias, doces, compotas e licores.
Contem ainda vitaminas A, C e fibras.
framboesa é muito delicada e deve ser manuseada o mínimo possível. Compre frutas que não estejam muito maduras, nem amassadas ou sujas.

Composição

Nas folhas há ácido tânico, ácido láctico, ácido succínico e ácidos não saturados, e nos frutos há a pectina, glicose e ácidos de fruta. As sementes secas ao ar obtém-se 13,5% de um óleo pouco espesso e de cor verde amarelada. A fruta possui frutose.

Indicações

As folhas da framboesa tem efeito antidiarréico e antiinflamatório.
Em inflamações das gengivas e de garganta usar a folha por infusão e fazer enxágües ou gargarejos para acalmar. A fruta excita o peristaltismo intestinal de um excesso de ácidos pela sua grande riqueza em bases. A cura pela framboesa é indicada contra a prisão de ventre, e reumatismo e outras doenças metabólicas, sobretudo contra as doenças do fígado, dos rins e hemorróidas.
Boa para equilibrar a falta de vitaminas no organismo pois ela apresenta um conteúdo abundante de vitaminas. O suco de framboesa com água é indicado para tirar a sede e ajudar na cura de doentes com febre

Uso

Folhas de framboesa com folhas de amoreiras são recomendados em catarros, nas irritações e inflamações das vias gastrintestinais, nas diarréias e catarros inflamatórios do intestino grosso e nas hemorragias por hemorróidas.
Utilizado para melhorar o sabor de remédios farmacêuticos. Em compotas, doces, pastéis, etc.

Como comprar

framboesa é muito delicada e deve ser manuseada o mínimo possível. Compre frutas que não estejam muito maduras, nem amassadas ou sujas.

Como guardar

Para que a framboesa não amadureça demais nem perca o seu sabor, guarde-a na geladeira, mantendo-a na embalagem original, coberta com plástico ou papel de alumínio. Se quiser conservar por aproximadamente uma semana, coloque no congelador. Os doces preparados com framboesa ao natural não podem ser guardados por muito tempo.

Como preparar

Se a framboesa vai ser consumida ao natural, lave cada fruta com cuidado, para evitar que estoure e perca o suco. No entanto, se ela vai ser cozida, não é necessário lavar.
Nota
framboesa não é uma árvore; é um arbusto que mede aproximadamente a altura da cintura ou menos se for podada ou mais alta quando velha, podendo até ser cultivada em vasos dentro de casa. Cuidar para não deixar a terra sempre úmida, manter ao alcance do sol. Tem espinhos e folhas verdes claras. A fruta é oca por dentro.
Fonte: www.plantaservas.hpg.ig.com.br/www.hortifrutigranjeiros.com.br

segunda-feira, 16 de março de 2015

Curiosidade da gastronomia

Imagem: Google.com

Banana
Nome popular: bananeira
Nome científico: Musa X paradisiaca L
Família botânica: Musaceae
Origem: Ásia

Características da planta

Planta com caule suculento e subterrâneo, cujo "falso" tronco é formado pelas bases superpostas das folhas. Folhas grandes de coloração verde-clara e brilhantes. Flores em cachos que surgem em séries a partir do chamado "coração" da bananeira.

Fruto

Alongado, de casca mole, com a polpa carnosa de coloração amarelada, variável de acordo com a variedade.

A Banana

Banana
Banana
Indicado para crianças, de fácil digestibilidade, dietética e agradável. O purê de bananas é um alimento rico para lactentes (sete a oito meses).
Possui um pequeno teor de gordura, fonte de potássio (excesso de potássio gera catarro - assim como o excesso de laranja).

As espécies

Banana prata (musa paradisíaca); banana ouro (outra variedade de musa paradisíaca); banana da terra (a mais rica em amido); banana nanica (a mais popular).

Indicação

Retenções de urina devido a nefrite (inflamação dos rins), no combate às diarréias crônicas e em xarope para a cura de tuberculoses, bronquites e dispepsia.
Soldados do Congo curam feridas com a seiva da bananeira. As flores da bananeira podem ser comidas como legumes, tal qual se faz no Ceilão. Ótimo alimento para os animais, principalmente os suínos.

Aplicação

A banana possui grande eficácia antidiarréica, por isso pode curar transtornos agudos digestivos em crianças, inflamações do intestino grosso e até a celiaquia - uma grave alteração intestinal e alimentar crônica. No espru, uma doença tropical que ocasionalmente se manifesta entre nós. Os doentes de espru ficam curados mediante um regime exclusivo de bananas. (celiaquia nas crianças equivale ao espru nos adultos). A banana faz aumentar as reservas alcalinas necessárias no sangue. Possui sacarose e abundante conteúdo em vitamina C.
O regime de bananas dá mais saúde e alegria às crianças. Fácil absorção da sacarose, boa digestibilidade. A famosa batida debanana com leite é indicada para doentes graves, febris e subalimentados, para as grávidas e lactentes, para os desportistas, operários braçais e para pessoas idosas com pouco apetite e formação insuficiente de suco gástrico.

Composição

Frutose e glicose (açúcar invertido) e nenhum amido.

Cultivo

Propaga-se por rizoma, por não possuir sementes. Pode ser plantada em todo o território brasileiro durante a estação chuvosa, produzindo o ano todo.
As variedades mais cultivadas são: prata, nanica, maçã, terra e pacova. Cresce em áreas com muito sol e não suporta solos encharcados. Um cacho fornece de s a 40 kg, dependendo da variedade.
As bananas são, provavelmente, oriundas do quente e úmido sudeste asiático, de onde provêm os mais antigos registros de seu cultivo e as mais antigas lendas construídas a seu redor. Para muitos, a antiguidade e a origem asiática da banana são fatos incontestáveis.
Supõe-se que, ao longo de sua longa existência, a bananeira foi perdendo a capacidade de se multiplicar por sementes. De acordo com Paulo Cavalcante, este fato é ainda outro indício de que o homem aprendeu a cultivar a bananeira há muito tempo atrás, "desde os tempos primordiais da origem da humanidade".
Hoje, excetuando-se algumas espécies silvestres, a bananeira só pode se multiplicar por processos vegetativos, ou seja, através de rebentos nascidos de outras plantas ou mudas. Se o seu processo de propagação não for controlado e houver espaço, a bananeira pode dar a impressão de que caminha de um lado para outro, uma vez que seus rebentos vão se distanciando pouco a pouco da matriz.
Assim, caminhando lentamente, desde tempos imemoriais, a banana vem se espalhando por todas as regiões tropicais e subtropicais do globo, sendo, nessas localidades, a fruta mais conhecida e cultivada.
Antes da chegada dos europeus à América, ao que tudo indica, existiam algumas espécies de bananeiras nativas. Seus frutos, porem, não eram comidos crus, necessitando de preparo ou de cozimento prévio, não constituindo parte principal da dieta das populações autóctones. Presume-se que foi apenas a partir do século XV, portanto, que a banana, seu cultivo e seus usos foram introduzidos no continente americano.
Atualmente, no Brasil, encontram-se bananas em qualquer parte, destacando-se as regiões Nordeste e Sudeste como as maiores produtoras nacionais da fruta.
banana é, na verdade, o fruto de uma planta que pode ser descrita como uma "erva gigante", como diz Paulo Cavalcante. Esta é, aliás, uma das principais características de todas as Musáceas.
As flores da bananeira são exóticas, pequenas e envoltas por uma bráctea arroxeada, quando jovem, conhecida como "coração da planta". Seus frutos, que podem ser apanhados quando ainda completamente verdes, nascem em grandes cachos, de aspecto e forma característicos, por uma única e abundante vez. E as bananas, fruto das bananeiras, são o que todo mundo já sabe e já provou.
Quando não maduras, as bananas são, em geral, de cor verde. Seu sabor é adstringente e intragável: diz-se que quando a banana está verde ela "pega" na boca.
Isto porque, antes de sua maturação, as bananas se compõem, basicamente, de amido e água. Tanto é assim que, com a maioria das bananas verdes, pode-se produzir uma farinha extremamente nutritiva, que tem inúmeras aplicações na alimentação, desde o preparo de mingaus até biscoitos. Em seu processo de amadurecimento, a maior parte desse amido contido nas bananas transforma-se em açúcar, glicose e sacarose. E é por isso que, de maneira geral, a banana é uma das frutas mais doces entre todas as frutas.
Bananas, existem muitas. As comestíveis são agrupadas em variedades de acordo com a consistência e a coloração da casca e da polpa. Mas, para cada função ou uso, uma é melhor do que a outra, respeitando-se as preferências regionais e pessoais.
Bananas de mesa são, por exemplo, as variedades maçã, ouro, prata e nanica - que, na verdade, é grande, levando esse nome em virtude da baixa altura da planta em que nasce.
Bananas para fritar são as variedades de banana da terra e figo; a nanica, deve ser preparada apenas à milanesa porque, do contrário, desmancha-se na fritura.
A banana-chips, novidade deliciosa do norte do Brasil, é feita com a variedade pacova. Banana para assar é, também, a nanica; no norte do Brasil, a pacova.
Banana para cozinhar é, especialmente, a variedade da terra; e, também no norte, a pacova.
Banana para preparar a passa é a prata. Bananas para compotas são as variedades figo e nanica. Bananas para bananadas, doces de colher e de cortar, são de preferência a prata, mas também a nanica. Bananas para farinha são quase todas, quando verdes. Além disso tudo, as bananas entram como ingrediente em uma grande quantidade de pratos salgados típicos das culinárias regionais brasileras. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, o famoso cozido, que entre tantos componentes - carnes, tubérculos, legumes e verduras -inclui as bananas da terra e nanica. Especialidade do sul de Minas Gerais é o virado de banana nanica, preparado com farinha de milho e queijo mineiro.
No litoral norte de São Paulo, o prato principal da culinária caiçara chama-se "azul-marinho": postas de peixe cozidas com banana nanica verde sem casca, acompanhado de um pirão feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Na Bahia, embora não levem a banana propriamente, podem ser incluídos o abará, o acaçá e a moqueca de folha, uma vez que cozidos na folha da bananeira.
Digno de nota é também a aguardente feita de banana, um destilado de sabor exclusivo e delicado, especialidade de comunidades caiçaras.
A banana está, também e de forma marcante, presente nas refeições caseiras e nos "pratos feitos" servidos em bares e restaurantes, Brasil afora: alimentando diariamente boa parte da população brasileira, a banana nanica ou prata - é comumente servida crua para ser misturada ao arroz-e-feijão e a tudo mais que houver para comer.
Considerada, por muitos, a fruta perfeita, a banana é fruta de muitas qualidades: amadurece aos poucos, fora do pé, facilitando a colheita, o transporte e o aproveitamento; é fácil de mastigar, nem muito dura, nem muito mole; não dá trabalho para descascar; é fácil de comer e não suja as mãos com sucos e caldos; tem um gosto bom, nem doce demais, nem azada; não é enjoativa ou indigesta; é altamente nutritiva, bastando umas poucas para matar a fome; é totalmente aproveitável e sem caroços; não tem espinhos, nem fiapos e nem bichos; nasce em todo tipo de solo e pode ser encontrada durante o ano inteiro.
O elogio à banana não tem fim: Camara Cascudo, por exemplo, afirma que ela tem ainda mais uma utilidade, desta vez para a ciência antropológica. Sendo planta cuja propagação se dá, por excelência, através do cultivo, a existência ou não de bananas na dieta alimentar de um grupo indígena ou comunidade seriam, para ele, indicadores seguros de seu grau de isolamento.
E cita como exemplo o viajante geógrafo Karl von den Steinen, que, quando esteve na área xinguana no final do século passado, espantou-se ao descobrir que as populações que ali viviam não conheciam uma das melhores e mais lindas frutas do Brasil.
Dizia ele, sobre a cultura daqueles povos: "Não há metais, nem cães, nem bebidas embriagadoras, nem bananas! Eis a verdadeira idade da pedra...".
Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Curiosidade da gastronomia - Graviola


Nome popular: gravioleira jaca-de-pobre
Nome científico: Anona muricato L.
Família botânica: Annonaceae
Origem: América Central.
graviola é uma árvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura), originária das Antilhas e encontrada em quase todos os países tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos.
Os frutos tem forma ovalada, casca verde-pálida, são grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilos e dando o ano todo. Contém muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e semelhante a fruta-do-conde.
Dá um suco delicioso e presta-se muito bem ao preparo de sorvetes e compotas.
Quando bem maduros, têm sabor agradável, podendo ser consumidos em pedaços puros ou polvilhados com açúcar ou calda. Quando verdes, podem ser cozidos e consumidos como legume. São muito utilizados na culinária.
Com a polpa se fazem ótimos purês e chutneys agridoces - para acompanhar carne assada ou filé de peixe grelhado. Fazem-se também geléias e refrescos. Seu sabor se acentua quando recebe adição de suco cítricos, resultando em deliciosos coquetéis.
No Brasil, produz bem em quase todo o território, mas sobretudo na Amazônia, no Nordeste e no cerrado, sendo conhecida por vários nomes: anona-de-espinho, jaca-do-pará, araticum-manso, araticum-grande e coração-de-rainha.
É boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras, incrementando o cardápio com vitaminas e minerais, bom para a saúde. É ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, que devem evitar consumí-la in natura, pois sua acidez é irritativa e pode provocar dor.
Pode ser comprada em feiras e supermercados. Se não for para consumo imediato, escolha frutas bojudas de coloração verde-clara opaca, com saliências bem afastadas umas das outras, porém firmes. Se quiser maduras, escolha as que estiverem macias e com as pontas dos espinhos pretas.
Para amadurecer em casa, deixe-as em cesto arejado em local protegido da luz até que fiquem macias. Para confirmar se estão maduras pela maciez, pressione a casca levemente, pois se estiverem maduras não resistem e se rompem. Evite as que estiverem com a casca preta, rachadas,moles demais e com sinal de mofo.
Fonte: www.geocities.com

Lu Cidreira Fotos

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