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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Culinária Afro-Brasileira - Vamos saber um pouco

Uma das heranças mais importantes da inserção dos negros na sociedade brasileira está na gastronomia. Entretanto, muita gente, como boa parte da população brasileira e principalmente os nossos negros desconhecem ou "acostumaram" a ignorar o fato.
O negro é história no Brasil, e sua história é cultura, é saber, é aprender, que para nosso conhecimento e desenvolvimento social e cultural, infelizmente não estudamos e nem ensinamos nas escolas.
Apesar da lei de nº 10.639 que altera a lei nº 9394-96, ou seja, modifica a Lei das Diretrizes e Bases da Educação incluindo a cultura afro-brasileira, ainda não há, ao meu modo de ver, um "reconhecimento" do vigor da mesma e nem uma exigência de sua aplicação nas escolas.
Não sei se é por falta de informação da população, ou talvez de uma mobilização da etnia negra com seus direitos, ou então, é por mera displicência dos orgãos legisladores, ninguém enfatiza a importância didático - pedagógica da cultura negra no país, que por lei, vigora nos PCNs (parâmetros curriculares Nacionais), mas por algum "descuido", não prevalesce como devia prevalescer nos estabelecimentos de Ensino.
Enfim! Nosso recado esta dado, e como parte dessa luta, dessa história, dessa "vitória", aí vai um pouco da nossa cultura negra para dentro das salas de aulas, de cada escola desse Brasil.
A seguir iniciaremos uma prévia sobre a arte, a cultura e os sabores da culinária africana e no decorrer da pesquisa, sua influência na cozinha brasileira. Logo após, mensalmente, uma dica culinária da D.na Marina, com receitas maravilhosas para a Nossa Cor.
Bom proveito a todos! DA OPRESSÃO À CRIATIVIDADE ara entendermos como a técnica culinária dos africanos desenvolveu-se no país, precisamos primeiro entender sua condição de escravo no período colonial.
Aprisionados na África e viajado em péssimas condições até chegar ao Brasil, os negros não traziam consigo nenhuma bagagem e nem tão pouco ingredientes culinários nos bolsos. Porém, por outro lado uma grande bagagem etnocultural consigo.
Da necessidade de improvisação para alimentarem-se no novo território, que, por sua vez, tinha uma estrutura bem pouco eficaz, surgiu a própria maneira de cozinhar, preparar, improvisar e principalmente reiventar sua arte de cozinhar, pois até mesmo a elite da época, tinha de importar vários gêneros, devido a precariedade de desenvolvimento e produtividade da terra.
Os colonizadores vieram sem suas mulheres e na supra das necessidades que incumbiam á mulher, usavam as negras para diversos serviços como, lavar, passar, cozinhar, servir, e muita vezes atender as necessidades sexuais dos opressores.
Nos engenhos de açúcar, para onde foram levados os escravos, as negras eram responsáveis pela alimentação dos senhores brancos, e passaram a adaptar sua arte culinária aos ingredientes da colônia que ali dispunham.
Com a necessidade de suprir a colônia e a sua própria demanda, os negros tiveram que reinventar a sua arte de cozinhar na terra brasilis.
Na carência de alimentos e ingredientes típicos de sua cultura, improvisavam com os que encontravam aqui. A mandioca por exemplo, era utilizada quando não tinha o inhame. Na falta das pimentas que utilizavam na África, aproveitavam o azeite-de-dendê, que já conheciam da sua terra. As primeiras arvores chegaram aqui em meados do sec XVI.
Sementes, raízes, folhas, frutas e tudo que pudesse suprir a carências dos alimentos na colônia e nas senzalas, passaram a dar um novo sabor na sua arte de cozinhar e assim, na própia cozinha brasileira, que essencialmente com a incorporação de animais que a dieta africana trazia em seus cardápios, previlegiava a mesa dos Senhores nas colônias. Adeptos da caça, utilizaram os animais que encontravam no estranho território como, tatus, lagartos, cutias, capivaras, preás e caranguejos. Os animais eram muitos frequentes nos cardápios das senzalas e praticamente passou a incorporar os cardápios dos colonizadores.
Da Culinária Afro-Brasileira é muito comum o uso do caldo dos alimentos, pois ele é um item fundamental no preparo de outros, como por exemplo, sua mistura com a farinha.
Proveniente tanto do próprio alimento assado ou cozido, quanto do alimento preparado com água e sal, o caldo deu origem a pratos típicos da cozinha brasileira, como o Angu (caldo com farinho de milho), e o pirão (caldo com farinha de mandioca), já conhecido pela cultura indígena.
O modo africano na arte de cozinhar e temperar incrementou elementos culinários de portugueses e indígenas, recriando tanto sua própria arte de cozinhar, quanto a propria forma á cozinha brasileira.
Dos pratos portugueses era comum as galinhas e os ovos nas dietas dos escravos doentes, pois os opressores acreditavam que fossem alimentos revigorantes. Com o passar dos tempos, a galinha passou a ser incluída nas cardápios afro-brasileiros. Assim, desenvolveram-se pratos típicos da cozinha brasileira, como o vatapá e o xinxim, resistentes até hoje, nos cardápios típicos regionais do país.
Dos pratos indígenas, a Culinária Afro-Brasileira além de diversas ervas, frutas e raízes, utilizou a mandioca. Um dos pratos afro-indígena brasileiro bem popular é o caruru. Feito apenas de ervas socadas ao pilão. Com o passar dos anos ganhou outros ingredientes, como peixe e legumes cozidos.
Na cozinha afro-brasileira, além do popular acarajé, feito da mistura de feijão-fradinho, azeite-de-dendê, sal, cebola, camarões e pimenta, é comum encontramos a pamonha de milho, originado de um prato típico africano, o acaçá.
A Vinda dos africanos ao país, não significou somente a inclusão de formas de preparo e ingredientes na cozinha colonial, por sua vez, brasileira. Representou também a transformação da sua própria arte de cozinhar. Muitos dos pratos africanos reinventados com os ingredientes brasileiros, retornaram com um novo sabor para culinária africana. Hoje vários pratos típicos da Culinária Afro-Brasileira compreendem a culinária do continente africano.
Portanto, tanto os alimentos e ingredientes, quanto tudo que concerne da arte e cultura dos africanos que vieram para o Brasil na epoca da escravidão africana, durante o periodo de colonização, foi determinante para "explicar" o desenvolvimento da nossa cozinha brasileira e consequentemente a própia gastronomia afro-brasileira.
Fonte: nossacor.ubbihp.com.br

domingo, 24 de julho de 2016

Vamos saber um pouco do Acai

Nome popular: açaizeiro; açaí-do-pará
Nome científico: Euterpeoleracea Mart.
Família botânica: Palmae
Origem: Brasil - Várzeas e margens dos rios da região amazônica.
Originária da região amazônica do gênero Euterpe oleracea. Além da fruta produzir um saboroso palmito, ele é muito rico em ferro energizante e, em seu estado puro, uma excelente maneira de se evitar o envelhecimento precoce.



Açaí
A palmeira era explorada principalmente para produção de palmito, mas o fruto passou a ser o grande negócio
Várias alternativas surgiram para o aproveitamento integral dessa palmeira nas indústrias alimentícias, de corantes naturais, cosméticos, fármacos, celulose e papel, entre outras. Com a expansão do consumo do fruto do açaí, houve redução do corte para as indústrias processadoras.
A valorização do fruto trouxe benefício econômico para a população regional e ecológico prmovendo a conservação de açaizais.

Fruto

Os frutos são do tipo baga com 1 a 1,5 cm de diâmetro de cor violácea tornando-se quase negros depois de maduros. As áreas de cultivo e de manejo, que apresentam níveis satisfatórios de produtividade, alcançam cerca de 8 toneladas por hectare de frutos por ano.
O açaí possui excelentes propriedades nutricionais e valor calórico.
É rico em proteínas, fibras, lipídeos, vitamina E e minerais, além de apresentar elevado teor de pigmentos antocianinas, recomendados ao controle do colesterol.
Favorece a circulação do sangue e melhora as funções intestinais.
açaí é um fruto consumido há muito tempo pelos indígenas e moradores da região amazônica, devido as suas qualidades nutritivas. É também largamente utilizado para a produção de um refresco (vinho de açaí). Nas regiões sul e sudeste vem sendo popularizado e consumido como complemento alimentar, principalmente pelas pessoas que buscam vigor físico.

Planta

O açaí é uma palmeira do norte do País, conhecida pelos indígenas como "içá-çai" ou a fruta que chora. É freqüente em solos alagados e várzeas. Pode atingir altura de até 25 m, possui caule de 15 a 25 cm de diâmetro e ocorre geralmente formando touceiras.
Devido à sua diversidade, o açaizeiro apresenta grande variação de tipos para os mais diversos caracteres de interesse, como precocidade, produtividade de frutos, rendimento de polpa e época de produção.
Os vários tipos de açaizeiro foram definidos de acordo com a coloração dos frutos, formas da inflorescência e cacho, número de frutos por cacho e diâmetro dos frutos, o que resultou em diversas denominações como açaí -roxo ou preto, açaí -branco, açaí-açu, açaí-espada, açaí-sangue-de-boi, entre outros.

Cultivo

Adaptado às condições elevadas de temperatura, precipitação pluviométrica e umidade relativa do ar, o açaizeiro encontra condições satisfatórias de cultivo nas faixas climáticas com regular distribuição de chuvas e em áreas que, mesmo com período seco definido, disponham de umidade satisfatória no solo, como em áreas de terra firme, principalmente quando localizadas próximas às várzeas e igapós.
A produção de frutos deixou de ser quase que exclusivamente extrativista e passou a ser obtida, também, de açaizais nativos manejados e de cultivos implantados em áreas de várzea e de terra firme, localizados em regiões com maior precipitação pluviométrica, em sistemas solteiros ou consorciados, com ou sem irrigação.
Estima-se que cerca de 80% da produção de frutos têm origem no extrativismo, enquanto os 20% restantes são provenientes de açaizais manejados e cultivados em várzea e terra firme.
A produção de frutos tem início a partir do 3o ano, sendo possível obter, nas duas primeiras safras, produtividades de aproximadamente 3 toneladas por hectare/ano. No período inicial de produção, é comum a desuniformidade de lançamento de cachos produtivos, mas com a tendência de uniformidade a partir do 5o ano, com maior concentração da produção de frutos no 2o semestre.
De modo geral, a produção estimada no quinto ano de produtividade é de até 4 toneladas e, a partir do sexto ano são esperados aumentos progressivos de produção, que poderá alcançar 10 toneladas de frutos no oitavo ano.

Usos

A principal utilização do açaizeiro é a extração do açaí, embora nos últimos anos tenham surgido alternativas para o aproveitamento integral dessa palmeira pelas indústrias alimentícias, de corantes naturais, cosméticos, fármacos, celulose e papel, entre outras.
Com a expansão do consumo do açaí houve redução da extração e venda de palmito para as indústrias processadoras.
A valorização do fruto teve efeito econômico e ecológico positivo sobre a conservação de açaizais.
Dos frutos do açaizeiro é extraído o vinho, polpa ou simplesmente açaí, como é conhecido.
Em sua origem, o açaí é consumido com farinha de mandioca, associado ao peixe, camarão ou carne, sendo o alimento básico para as populações de origem ribeirinha. Do fruto são fabricados sorvetes, licores, doces, néctares e geléias, podendo ser aproveitado, também, para a extração de corantes e antocianina.
Do caroço, correspondente a 85% do peso total, extrai-se a borra, que é utilizada na produção de cosméticos; as fibras, utilizadas em móveis, placas acústicas, xaxim, compensados, indústria automobilística, entre outros; os caroços limpos, na torrefação de café, panificação, extração de óleo comestível, fitoterápicos e ração animal; além de uso na geração de vapor, carvão vegetal e adubo orgânico. A polpa representa 15% e é aproveitada, de forma tradicional, no consumo alimentar e outros produtos derivados.
As folhas são usadas para a cobertura de casas e na confecção de chapéus. Sua madeira é utilizada em construções rústicas.
Pierre Vilela
Fonte: www.sebrae.com.br
Açaí

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Receitas com Óleo e Açúcar de Côco

Molho para salada com óleo de coco


Ingredientes

¼ de xícara (chá) de óleo de coco extravirgem
¼ de xícara (chá) de azeite extravirgem
¼ de xícara (chá) de vinagre de maçã
1 colher (sopa) de água
½ colher (sopa) de sal
1 colher (café) de cúrcuma (opcional)
1 pitada de pimenta-do-reino

Modo de fazer

Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture bem. Deixe descansar em temperatura ambiente por uma hora e, depois, guarde na geladeira. O molho pode ficar consistente sob refrigeração, por isso, retire da geladeira uma hora antes de servir.


Bolo de cacau funcional


Ingredientes

2 ovos
½ xícara (chá) de farinha de arroz
½ xícara (chá) de polvilho doce
½ xícara (chá) de farinha de coco
¼ xícara (chá) de açúcar de coco
1 colher (sopa) de cacau em pó
1 colher (sopa) de alfarroba
70 ml de leite de amêndoas
Coco ralado a gosto
Canela a gosto
Pedaços de chocolate 85% cacau sem lactose
Óleo de coco – para untar

Modo de preparo


Bata todos os ingredientes na batedeira – exceto às claras, bata elas em neve e adicione delicadamente por último. Depois, despeje em uma forma untada com óleo de coco e farinha de coco. Distribua coco ralado e os pedaços de chocolate pela massa. Asse em forno pré-aquecido por 30 minutos. Sirva quente.

domingo, 24 de maio de 2015

Alecrim
Nome: Alecrim, alecrim de jardim.
O alecrim é originário da Costa do Mar Mediterrâneo. É também conhecido pelo nome de "Rosmarinus" que lembra a denominação latina "ros marinus" - "rosa do mar".
Para os romanos esta planta simbolizava o amor e a morte e por isto era plantada próximo à soleira das portas das casas. A igreja católica também o usava nos seus rituais, queimando-o como incenso.
Até hoje diz-se que o alecrim é um excelente amuleto contra o "mal olhado".
Na culinária é recomendado para carnes de porco, cabrito carneiro e peixe. É usado também para aromatizar vinagres e óleos.
Observação: Por ter um sabor muito forte, deve ser usado com moderação.

História

O nome Rosmarinus do latim significa "orvalho que vem do mar", justificado pelas flores azuladas que inundam as praias do Mediterrâneo, lembrando o orvalho.
Além de ser símbolo de fidelidade entre namorados, era usado na Era Medieval para purificar os quartos de doentes. Pela reputação de estimular a memória, conta-se que estudantes gregos usavam ramos de Alecrim nos cabelos, quando submetidos a exames.

Indicação

As flores do alecrim são utilizadas em chá contra a clorose (palidez na menstruação), histeria, inapetência, nervosismo, tosses, indigestão, bronquites e asma.
Como banho, é bom para problemas de pele. O chá provoca um suadouro. Purifica o sangue, tônico do coração. Estimulante, antiespasmódico e ligeiramente diurético. Atua como colagogo (sobre a secreção biliar), para dor de cabeça, cansaço físico e mental. Equilibra a pressão arterial. Problemas renais. Problemas digestivos. Faça um chá (infusão - água quente sobre a planta, tapar, deixar de 10 a 15 minutos) com as folhas.
Indicado também contra a falta de apetite e problemas intestinais. Ajuda em casos de hepatite, amenorréia e dismenorréia. Para esgotamento cerebral e depressão leve.
Ação: diurético, estimulante geral do corpo e do couro cabeludo, anti-reumático, tônico da circulação e do sistema nervoso, redutor da formação de gases e antiinflamatório.
Alecrim
Alecrim
Externamente combate as dores articulares, contusões, entorses e dores reumáticas. O óleo do alecrim é bom para o cabelo; ou pode-se utilizar o chá da planta como banho capilar (não todos os dias - alterne com outros tipos de chás). Estimula a circulação do couro cabeludo e o crescimento de cabelos (mais detalhes), sendo usado contra caspa e para prevenir contra a queda excessiva dos fios. Fortifica o couro cabeludo
Cosmética: embeleza e rejuvenesce o cabelo e o corpo.
Usado também como tempero para carnes e molhos.

Partes utilizadas

Flores e folhas

Contra-indicação

O uso interno prolongado pode provocar gastro enterites e nefrites.

Alecrim - Rosmarinus officinalis L.


Alecrim
Pode ser usado o pé todo.
As folhas auxiliam no tratamento da clorose, palidez na menstruação, falta de apetite, medo, nervosismo, digestão difícil, tosse, bronquite e asma. Usa-se também fazer o banho para eliminar impurezas da pele e afecções diversas. O chá do alecrim limpa e afina o sangue, auxilia no tratamento do coração e elimina o reumatismo.

Uso

Colher, secar na sombra (o sol queima a planta) e tomar o chá por 7 dias. Descansar 3 dias e repetir outras vezes do mesmo modo. Tomar um copo por dia, em pequenos goles.

IDADE

Alguns raminhos de alecrim jogados sobre as brasas enquanto se faz churrasco, deixa a carne com um aroma delicioso.

O Alecrim

Também conhecida como alecrim-de-jardim e alecrim-rosmarino
Erva de um verde intenso, folhas espinhosas e sabor forte. Pertence à família das labiadas, é aromática e suas flores têm propriedades estimulantes. Podem ser encontradas frescas ou desidratadas. O alecrim concentra mais seu sabor quando não está fresco. Neste caso, é recomendável usar uma quantidade menor.
Tanto o ramo quanto suas folhas longas podem ser adicionadas às comidas. Sempre devem ser retiradas do prato antes deste ser servido. Excelente ingrediente para carnes, como cordeiro, frango assado, vitela, porco, carne vermelha e peixes.
Em espanhol: romero
Em outros idiomas: roris marini (latim), rosemary (inglês), romarin (francês), ramerino (italiano) e rosmarin (alemão).
alecrim é uma planta que "cresce no campo sem ser semeada", muito usada também nos jardins e de todos bem conhecida.

Uso culinário

De sabor fresco e doce, o Alecrim é recomendado no preparo de uma grande variedade de carnes, em especial de porco e carneiro. Dá sabor especial a batatas e manteigas. Pode ser usado como decoração em pratos prontos antes de servi-los. Faz parte do famoso Herbes de Provence (tempero francês com várias ervas).

ETIMOLOGIA

As folhas do Alecrim são recomendadas no estímulo à circulação. Também auxiliam na digestão de gorduras e no combate à dor de cabeça associada com tensão nervosa.
Rosmarinus é um termo latino que significa umidade do mar e o alecrim possivelmente recebeu este nome por crescer próximo ao mar.

CARACTERÍSTICAS

Partes usadas: as folhas em forma de agulha. Fortemente aromática, relacionada a cânfora ou eucalipto, é resinosa e ligeiramenrte amarga. Tempero popular em vários países do ocidente, especialmente ao longo do Mediterrâneo (Itália e França).

PRODUÇÃO

Mediterrâneo, Inglaterra, Estados Unidos e México.

COMPONENTES

As folhas contêm entre 1 e 2,5% de óleo essencial, composto por 15 a 25% de cânfora.

UTILIZAÇÃO

Pode ser empregado para aromatizar vinagres. Não perde seu sabor no cozimento, como outras folhas fazem. As folhas frecas possuem aroma mais puro, sendo preferidas. Utilizado com peixes, carnes, aves e vegetais, é freqüentemente combinado a batatas, abobrinhas, berinjelas e tomates preparados em azeite. Na Itália, a carne de cordeiro é raramente preparada sem esta erva e aves assadas envoltas em ramos de alecrim são muito populares. Efeito similar pode ser obtido com ramos de alecrim colocados sobre carvão em brasa em churrasqueiras.

DICAS

Por ser uma das ervas mais fragrantes, deve-se tomar cuidado para não exagerar nas quantidades utilizadas.
Fonte: www.plantaservas.hpg.ig.com.br

segunda-feira, 16 de março de 2015

Curiosidade da gastronomia

Imagem: Google.com

Banana
Nome popular: bananeira
Nome científico: Musa X paradisiaca L
Família botânica: Musaceae
Origem: Ásia

Características da planta

Planta com caule suculento e subterrâneo, cujo "falso" tronco é formado pelas bases superpostas das folhas. Folhas grandes de coloração verde-clara e brilhantes. Flores em cachos que surgem em séries a partir do chamado "coração" da bananeira.

Fruto

Alongado, de casca mole, com a polpa carnosa de coloração amarelada, variável de acordo com a variedade.

A Banana

Banana
Banana
Indicado para crianças, de fácil digestibilidade, dietética e agradável. O purê de bananas é um alimento rico para lactentes (sete a oito meses).
Possui um pequeno teor de gordura, fonte de potássio (excesso de potássio gera catarro - assim como o excesso de laranja).

As espécies

Banana prata (musa paradisíaca); banana ouro (outra variedade de musa paradisíaca); banana da terra (a mais rica em amido); banana nanica (a mais popular).

Indicação

Retenções de urina devido a nefrite (inflamação dos rins), no combate às diarréias crônicas e em xarope para a cura de tuberculoses, bronquites e dispepsia.
Soldados do Congo curam feridas com a seiva da bananeira. As flores da bananeira podem ser comidas como legumes, tal qual se faz no Ceilão. Ótimo alimento para os animais, principalmente os suínos.

Aplicação

A banana possui grande eficácia antidiarréica, por isso pode curar transtornos agudos digestivos em crianças, inflamações do intestino grosso e até a celiaquia - uma grave alteração intestinal e alimentar crônica. No espru, uma doença tropical que ocasionalmente se manifesta entre nós. Os doentes de espru ficam curados mediante um regime exclusivo de bananas. (celiaquia nas crianças equivale ao espru nos adultos). A banana faz aumentar as reservas alcalinas necessárias no sangue. Possui sacarose e abundante conteúdo em vitamina C.
O regime de bananas dá mais saúde e alegria às crianças. Fácil absorção da sacarose, boa digestibilidade. A famosa batida debanana com leite é indicada para doentes graves, febris e subalimentados, para as grávidas e lactentes, para os desportistas, operários braçais e para pessoas idosas com pouco apetite e formação insuficiente de suco gástrico.

Composição

Frutose e glicose (açúcar invertido) e nenhum amido.

Cultivo

Propaga-se por rizoma, por não possuir sementes. Pode ser plantada em todo o território brasileiro durante a estação chuvosa, produzindo o ano todo.
As variedades mais cultivadas são: prata, nanica, maçã, terra e pacova. Cresce em áreas com muito sol e não suporta solos encharcados. Um cacho fornece de s a 40 kg, dependendo da variedade.
As bananas são, provavelmente, oriundas do quente e úmido sudeste asiático, de onde provêm os mais antigos registros de seu cultivo e as mais antigas lendas construídas a seu redor. Para muitos, a antiguidade e a origem asiática da banana são fatos incontestáveis.
Supõe-se que, ao longo de sua longa existência, a bananeira foi perdendo a capacidade de se multiplicar por sementes. De acordo com Paulo Cavalcante, este fato é ainda outro indício de que o homem aprendeu a cultivar a bananeira há muito tempo atrás, "desde os tempos primordiais da origem da humanidade".
Hoje, excetuando-se algumas espécies silvestres, a bananeira só pode se multiplicar por processos vegetativos, ou seja, através de rebentos nascidos de outras plantas ou mudas. Se o seu processo de propagação não for controlado e houver espaço, a bananeira pode dar a impressão de que caminha de um lado para outro, uma vez que seus rebentos vão se distanciando pouco a pouco da matriz.
Assim, caminhando lentamente, desde tempos imemoriais, a banana vem se espalhando por todas as regiões tropicais e subtropicais do globo, sendo, nessas localidades, a fruta mais conhecida e cultivada.
Antes da chegada dos europeus à América, ao que tudo indica, existiam algumas espécies de bananeiras nativas. Seus frutos, porem, não eram comidos crus, necessitando de preparo ou de cozimento prévio, não constituindo parte principal da dieta das populações autóctones. Presume-se que foi apenas a partir do século XV, portanto, que a banana, seu cultivo e seus usos foram introduzidos no continente americano.
Atualmente, no Brasil, encontram-se bananas em qualquer parte, destacando-se as regiões Nordeste e Sudeste como as maiores produtoras nacionais da fruta.
banana é, na verdade, o fruto de uma planta que pode ser descrita como uma "erva gigante", como diz Paulo Cavalcante. Esta é, aliás, uma das principais características de todas as Musáceas.
As flores da bananeira são exóticas, pequenas e envoltas por uma bráctea arroxeada, quando jovem, conhecida como "coração da planta". Seus frutos, que podem ser apanhados quando ainda completamente verdes, nascem em grandes cachos, de aspecto e forma característicos, por uma única e abundante vez. E as bananas, fruto das bananeiras, são o que todo mundo já sabe e já provou.
Quando não maduras, as bananas são, em geral, de cor verde. Seu sabor é adstringente e intragável: diz-se que quando a banana está verde ela "pega" na boca.
Isto porque, antes de sua maturação, as bananas se compõem, basicamente, de amido e água. Tanto é assim que, com a maioria das bananas verdes, pode-se produzir uma farinha extremamente nutritiva, que tem inúmeras aplicações na alimentação, desde o preparo de mingaus até biscoitos. Em seu processo de amadurecimento, a maior parte desse amido contido nas bananas transforma-se em açúcar, glicose e sacarose. E é por isso que, de maneira geral, a banana é uma das frutas mais doces entre todas as frutas.
Bananas, existem muitas. As comestíveis são agrupadas em variedades de acordo com a consistência e a coloração da casca e da polpa. Mas, para cada função ou uso, uma é melhor do que a outra, respeitando-se as preferências regionais e pessoais.
Bananas de mesa são, por exemplo, as variedades maçã, ouro, prata e nanica - que, na verdade, é grande, levando esse nome em virtude da baixa altura da planta em que nasce.
Bananas para fritar são as variedades de banana da terra e figo; a nanica, deve ser preparada apenas à milanesa porque, do contrário, desmancha-se na fritura.
A banana-chips, novidade deliciosa do norte do Brasil, é feita com a variedade pacova. Banana para assar é, também, a nanica; no norte do Brasil, a pacova.
Banana para cozinhar é, especialmente, a variedade da terra; e, também no norte, a pacova.
Banana para preparar a passa é a prata. Bananas para compotas são as variedades figo e nanica. Bananas para bananadas, doces de colher e de cortar, são de preferência a prata, mas também a nanica. Bananas para farinha são quase todas, quando verdes. Além disso tudo, as bananas entram como ingrediente em uma grande quantidade de pratos salgados típicos das culinárias regionais brasileras. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, o famoso cozido, que entre tantos componentes - carnes, tubérculos, legumes e verduras -inclui as bananas da terra e nanica. Especialidade do sul de Minas Gerais é o virado de banana nanica, preparado com farinha de milho e queijo mineiro.
No litoral norte de São Paulo, o prato principal da culinária caiçara chama-se "azul-marinho": postas de peixe cozidas com banana nanica verde sem casca, acompanhado de um pirão feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Na Bahia, embora não levem a banana propriamente, podem ser incluídos o abará, o acaçá e a moqueca de folha, uma vez que cozidos na folha da bananeira.
Digno de nota é também a aguardente feita de banana, um destilado de sabor exclusivo e delicado, especialidade de comunidades caiçaras.
A banana está, também e de forma marcante, presente nas refeições caseiras e nos "pratos feitos" servidos em bares e restaurantes, Brasil afora: alimentando diariamente boa parte da população brasileira, a banana nanica ou prata - é comumente servida crua para ser misturada ao arroz-e-feijão e a tudo mais que houver para comer.
Considerada, por muitos, a fruta perfeita, a banana é fruta de muitas qualidades: amadurece aos poucos, fora do pé, facilitando a colheita, o transporte e o aproveitamento; é fácil de mastigar, nem muito dura, nem muito mole; não dá trabalho para descascar; é fácil de comer e não suja as mãos com sucos e caldos; tem um gosto bom, nem doce demais, nem azada; não é enjoativa ou indigesta; é altamente nutritiva, bastando umas poucas para matar a fome; é totalmente aproveitável e sem caroços; não tem espinhos, nem fiapos e nem bichos; nasce em todo tipo de solo e pode ser encontrada durante o ano inteiro.
O elogio à banana não tem fim: Camara Cascudo, por exemplo, afirma que ela tem ainda mais uma utilidade, desta vez para a ciência antropológica. Sendo planta cuja propagação se dá, por excelência, através do cultivo, a existência ou não de bananas na dieta alimentar de um grupo indígena ou comunidade seriam, para ele, indicadores seguros de seu grau de isolamento.
E cita como exemplo o viajante geógrafo Karl von den Steinen, que, quando esteve na área xinguana no final do século passado, espantou-se ao descobrir que as populações que ali viviam não conheciam uma das melhores e mais lindas frutas do Brasil.
Dizia ele, sobre a cultura daqueles povos: "Não há metais, nem cães, nem bebidas embriagadoras, nem bananas! Eis a verdadeira idade da pedra...".
Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Conhecendo os cortes do boi porco e frango

Para quem quer aprender a tirar dos cortes de carnes o melhor para seu churrasco

1
Pescoço
2
Acém
3
Peito
4
Paleta
5
Fraldinha
6
Filé Mignon
7
Bisteca
8
Contra Filé
9
Músculo
10
Ponta de Agulha
11
Maminha
12
Coxão Mole
13
Lagarto
14
Patinho
15
Costela
16
Alcatra (+Picanha)
17
Capa de Filé
18
Coxão Duro
19
Cupim
20
Aba do Filé
AcemAlcatraBraço
ACÉMALCATRABRAÇO
Contra FiléCoxão DuroFilé Mignon
CONTRA FILÉCOXÃO DUROFILÉ MIGNOM
Filé DuploLagartoOssobuco
FILÉ DUPLO OU T-BONELAGARTOOSSOBUCO
PatinhoPeito Com OssoPeito Sem Osso
PATINHOPEITO COM OSSOPEITO SEM OSSO
PicanhaPonta de AgulhaRabada
PICANHAPONTA DE AGULHARABADA

Cortes de Porco


Cortes de Carnes de Frango


Fonte: www.alessandracoelho.com.br
A partir dai fica fácil saber e adquirir os cortes mais nobres para fazer seu churrasco, tenham cuidado para não serem enganados, pois vendem gato pro lebre.

Lu Cidreira Fotos

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